O modus operandi tuga, aliado muitas vezes à falta de comunicação entre o tico e o teco! As coisas do nosso Portugal, o trabalho, o povo e a refilice tão nossa!
terça-feira, 5 de fevereiro de 2008
Carnaval português?...
O nosso Carnaval não tem este glamour é um facto, mas as imagens que vemos mais publicitadas são as do Carnaval da Madeira, de Loures, dos Cabeçudos...
E depois vemos um post como este e ficamos sem palavras! A barbárie do acto em si e de existir quem o consiga assistir neste país à beira mar plantado, faz com que brandos costumes não seja a metáfora que mais salta à vista!
Em parte é o tratamento que damos aos animais, e não só às pessoas, que mede o nosso grau de evolução, de civilização... E se ao estado da nação, juntarmos esta tradição, diria que caminhamos alegremente para o fundo da tabela!
Mas como diz a Filomena Mónica, vamos fazer de conta que vivemos num país civilizado e ainda assim, escrever a nossa indignação a toda a gente que contribui para esta bodega!
quarta-feira, 24 de outubro de 2007
A galinha do vizinho
terça-feira, 2 de outubro de 2007
Gestão orientada à goela
Para mal dos meus pecados, tenho vindo a descobrir uma nova escola de gestão, nos últimos tempos, que parece valorizar os decibéis emitidos. Como se o nível de incómodo causados nos ouvidos alheios, tivesse alguma espécie de reflexo no grau de respeito emitido, autoridade passada! E entre os invejosos de Olimpo, que apesar de não serem sequer semideuses, treinam o grito de boca bem aberta, para desta forma não passarem despercebidos! Nem aos desgraçados dos mortais que têm ouvidos sensíveis, nem às divindades que de tão vaidosas, consideram a mímica o derradeiro elogio!
As assembleias do monte Olimpo vêem-se reduzidas a ensaios de gramofone sobre os mais miúdos assuntos, gritados em escala crescente conforme o grau de importância, para que vejam que um bom gestor, não se esquece nunca, a prova provada é que não deixa de gritar, ora pois!
segunda-feira, 20 de agosto de 2007
Ideias directas do intestino grosso!
Aqui há pouco tempo comecei a ler um livro cujo título dá responde por qualquer coisa como: “As boas raparigas não sobem na vida”, que apesar de ter um título divertido, não deixa de ser um compêndio de “tretas de gestão”. Comprei-o por curiosidade e porque de facto achei que se conseguisse descobrir uma forma de não trabalhar demasiado, como estava indicado na contracapa do livro como um dos erros mais comuns, o preço promoção valeria a pena!
Entre as diferentes balelas que já li, umas com mais sentido que outras, muitas quase de sendo comum, houve uma que me martelou na cabeça e que descrevia a imbecilidade das pessoas que de bom grado relegam para últimas núpcias uma ida à administração ou algo similar devido à pura perda de tempo de tais visitas. Segundo a autora do livro isso releva muito pouca visão, pois é no monte Olimpo, e por conviver com os deuses que aí habitam que podemos aspirar a semi-deuses ou qualquer coisa do género! Segundo a minha perspectiva, qualquer reunião que demore mais de 1 hora de conversa de disco riscado e que me faça sair mais à nora do que entrei, é tempo perdido com ou sem divindades! E não me parece que isto seja algo que uma “boa rapariga” pense!...
Ultimamente tenho privado mais com os deuses do que seria habitual. Não posso dizer que não tenha vantagens. Ao fim e ao cabo constato em primeira-mão que as torcidas intestinais que fazem com que não consiga planear nada que dure mais de 2 dias, partem de uma cólica vinda directamente de uma divindade, mas que nem por isso deixa de cheirar mal! O que me leva a colocar uma outra questão: será que os iluminados responsáveis pela escolha de estratégias para a “humanidade” e evolução dos acentos no monte Olimpo têm o nariz entupido ou total ausência de olfacto?!?
sábado, 21 de julho de 2007
O quebra-tintins
No decorrer desta semana, comecei sentir as férias tão longe, que cheguei a pensar se teria sido mesmo eu a fazer a viagem! No meio de um dos meus ataques de fúria dirigidos ao tipico planeamento “tuga way”, facilmente reconhecido pelo modus operandi que leva um alguns tipos a gritar, para assustar o índio de serviço pois sabem que muitas vezes despoleta o chamado modo do desenrasca e algo acaba por ser feito, ainda que colocado com cuspo, perguntei-me qual seria o segredo das reuniões com os adms. para deixar toda gente a piar fininho! Não pude impedir a minha imaginação de visualizar todos aqueles senhores a sentirem os seus tintins bem apertados, o que de certo modo justificaria não só o piar fininho na presença de quem os aperta, mas também a raiva que têm que despejar para baixo à laia de escape...
Se calhar, em tempos idos, nas mesas de administração, alguém instalou um aparelho tipo quebra-nozes, destinado a apertar os tintins dos gajos que lá se sentavam. Talvez hoje em dia, o aparelho já nem precise de ser utilizado, pois quais cães de Pavlov, começam a ganir só ante a ideia de poderem vir a estar lá sentados e sentirem os tintins esmagados. E ao contrário do que geralmente se diz, o problema não é “falta de tomates”, mas o facto dos mesmos existirem e serem “tão preciosos”!
Talvez por isso, ainda vá dando jeito aos senhores administradores terem chefes homens... pois se o medo do quebra-tintins acaba, vai ser co certeza uma chatice!
sexta-feira, 29 de junho de 2007
O sumo também custa!
Senhor investidor, convencido estava
a tostões poupar.
Para isso um espremedor mágico comprou
que de laranjas secas, sumo fazia!
Mas muito espantado ficou
quando sumo não encontrou
nas cascas já usadas
das laranjas por si já gastas!
terça-feira, 15 de maio de 2007
É favor puxar o autoclismo!
Ou em alternativa, haver um reaproveitamento nas empresas portuguesas de modo a utilizarem os brain storms provenientes dos altos cargos para outros negócios paralelos, como por exemplo, o fabrico de estrume!
Não sei se existe mais gente a queixar-se do mesmo, mas a julgar pela maioria dos comentários e queixas que oiço não só dos meus amigos, mas também no comboio, diria que o mal é geral: os senhores administradores, directores e afins começa a relevar uma tendência cada vez maior para ter a génese das suas ideias no intestino grosso em vez do expectável cérebro!!
Ora com tanta m_ _ _ _ a aterrar, podíamos pelo pelos tentar aproveitá-la para a agricultura biológica, ou então não, não fossem os vegetais deixar de ser saudáveis!