O modus operandi tuga, aliado muitas vezes à falta de comunicação entre o tico e o teco! As coisas do nosso Portugal, o trabalho, o povo e a refilice tão nossa!
quinta-feira, 15 de abril de 2010
Um bom ponto final
É depois de um dia de merda, conseguir fugir a tempo, ter uns minutos de conversa boa ainda que com um médico e apanhar os últimos minutos do Santini, pedir um gelado de 3 sabores no meio de um atendimento personalizado e saboreá-lo em pleno, apesar do vento soprar forte, ou talvez por isso mesmo!
quarta-feira, 14 de abril de 2010
E se?
E se quem tivesse todas as ideias mirabolantes que nos regem não teimasse em mijar de pé, movidos pelo único ímpeto de marcar e remarcar o território com o alçar da perna?
Pessoalmente acho que falta muito do pragmatismo que nos faz sentar para mijar, em vez de perdermos tempo a cheirar o mijo alheio apenas para que se tenha que mijar por cima novamente, como se isso por si só ditasse pertença!
Todos conhecemos vários animais que podem passar boa parte do seu tempo nesta azáfama de marcar o território, mas teoricamente evoluímos mais que isso... ou talvez não!
Pessoalmente acho que falta muito do pragmatismo que nos faz sentar para mijar, em vez de perdermos tempo a cheirar o mijo alheio apenas para que se tenha que mijar por cima novamente, como se isso por si só ditasse pertença!
Todos conhecemos vários animais que podem passar boa parte do seu tempo nesta azáfama de marcar o território, mas teoricamente evoluímos mais que isso... ou talvez não!
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010
Transformers numa empresa
Pessoalmente nunca acompanhei muito os transformers, afinal eram um desenho animado de rapaz! Mas há uma imagem, que me lembro sempre... quando era necessário, todos os carros/robots se uniam num só, no robô gigante que dava conta do recado! Se a consciência do grande era composta de soma das consciências individuais (isto assumindo que as máquinas têm consciência) já não sei dizer, mas não me lembro de assistir a grandes discussões internas onde o robô questionava o caminho a seguir, como quem o como lutar, por exemplo! Fosse qual fosse a composição deste, a mesma funcionava para atingir o propósito final: dar um enxerto de porrada no tipo mau!
Já no trabalho, parece que a maioria de nós quer controlar cada membro do dito robô como se fosse uma peça única, a mais capaz de vencer o inimigo comum, falhando em ver o mais básico! Um gigante que não se mexe em uníssono, apenas arranja mais formas de cair redondo no chão! E o mau da fita, vai continuar em pé, provalvelmente e rir-se!
E no final do dia, não ficamos todos no chão de igual forma?
Já no trabalho, parece que a maioria de nós quer controlar cada membro do dito robô como se fosse uma peça única, a mais capaz de vencer o inimigo comum, falhando em ver o mais básico! Um gigante que não se mexe em uníssono, apenas arranja mais formas de cair redondo no chão! E o mau da fita, vai continuar em pé, provalvelmente e rir-se!
E no final do dia, não ficamos todos no chão de igual forma?
terça-feira, 3 de novembro de 2009
Deslinguagem...
Sendo linguagem
s. f.
1. Expressão do pensamento pela palavra, pela escrita ou por meio de sinais.
2. O que as coisas significam.
3. Voz dos animais.
4. Estilo.
Opto por considerar a «deslinguagem» a ausência do pensamento pela palavra nas suas diferentes formas. E terá sido um ataque agudo de «deslinguagem» que teve a senhora da farmácia que atendeu o António Feio! Será que custava assim tanto, questionar, em caso de dúvida??! O texto, chega a ter humor, não fosse o personagem, quem é, e sem recorrer ao português vernáculo que nos assalta logo a mente ao ler o texto, eu pergunto-me o que afecta o país e as suas gentes, quando parece que a mais pequena questão, tem um preço qualquer oculto, só conhecido porque quem não as formula?!?
s. f.
1. Expressão do pensamento pela palavra, pela escrita ou por meio de sinais.
2. O que as coisas significam.
3. Voz dos animais.
4. Estilo.
Opto por considerar a «deslinguagem» a ausência do pensamento pela palavra nas suas diferentes formas. E terá sido um ataque agudo de «deslinguagem» que teve a senhora da farmácia que atendeu o António Feio! Será que custava assim tanto, questionar, em caso de dúvida??! O texto, chega a ter humor, não fosse o personagem, quem é, e sem recorrer ao português vernáculo que nos assalta logo a mente ao ler o texto, eu pergunto-me o que afecta o país e as suas gentes, quando parece que a mais pequena questão, tem um preço qualquer oculto, só conhecido porque quem não as formula?!?
quarta-feira, 9 de setembro de 2009
A lota de pregões vazios!
Estou cansada de assistir a reuniões em que me sinto no meio de uma lota, como se as pessoas nos lugares ao meu lado estivessem numa banca a jogar pregões ao alto, não para publicitar o bom artigo que vendem, mas antes para deixar claro, não só como não devemos escolher aquele produto, mas antes um outro, que talvez nem esteja disponível numa das bancas presentes!
Que eu saiba, qualquer varina que se preze, tem como objectivo terminar o dia com a banca, bem limpa. É sinal que vendeu bem o seu peixe. Olhando para a analogia atrás, nesta situação seria como se no final do dia, a vencedora fosse a que tivesse todo o seu peixe ainda em plena exibição, rodeado de gelo e viçoso!
Não seria já tempo de não ter medo de vender o que temos na banca? Não é aliás para isso que nos dão a banca?! É assim tão preciso que todos se escudem atrás do balcão, a vender o que não é seu, só para que as eventuais queixas não sejm suas?
Que eu saiba, qualquer varina que se preze, tem como objectivo terminar o dia com a banca, bem limpa. É sinal que vendeu bem o seu peixe. Olhando para a analogia atrás, nesta situação seria como se no final do dia, a vencedora fosse a que tivesse todo o seu peixe ainda em plena exibição, rodeado de gelo e viçoso!
Não seria já tempo de não ter medo de vender o que temos na banca? Não é aliás para isso que nos dão a banca?! É assim tão preciso que todos se escudem atrás do balcão, a vender o que não é seu, só para que as eventuais queixas não sejm suas?
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
Fruta, mas só sem caroços!
Já estou quase como a Carolina Patrocínio, não percebo o espanto da entrevista da menina que não concebe o facto da fruta ter caroço, facto que de resto torna a mesma bastante desagradável! Talvez no mundo em que ela habita, existam a breve trecho cerejas transgénicas já sem caroço que possam poupar horas de vida à sua empregada! Afinal já existem uvas sem grainhas!...
E sejamos francos, se existe uma princesa da ervilha, porque não uma Carolina das Cerejas?!
E sejamos francos, se existe uma princesa da ervilha, porque não uma Carolina das Cerejas?!
terça-feira, 28 de julho de 2009
São tomates, senhor! tomates
Não daqueles vermelhos que tão bem sabem no Verão, em salada fresca para acalmar o calor! Mas sim, aqueles que representam o calão do tema! É desses que têm falta! Pois são esses mesmos que dão alento para bater o pé quando é preciso e saber levar a estocada de volta, quando a mesma é desferida! Estes e não os que imaginamos num qualquer quintal!
Curiosamente, é exactamente a falta dos ditos, que faz com que todos percam tempo agarrados aos que não têm, a defender quintas, cujo cultivo devia ser alheio!
Não seria melhor ter um pomar de todos, que a todos servisse?
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