Sendo linguagem
s. f.
1. Expressão do pensamento pela palavra, pela escrita ou por meio de sinais.
2. O que as coisas significam.
3. Voz dos animais.
4. Estilo.
Opto por considerar a «deslinguagem» a ausência do pensamento pela palavra nas suas diferentes formas. E terá sido um ataque agudo de «deslinguagem» que teve a senhora da farmácia que atendeu o António Feio! Será que custava assim tanto, questionar, em caso de dúvida??! O texto, chega a ter humor, não fosse o personagem, quem é, e sem recorrer ao português vernáculo que nos assalta logo a mente ao ler o texto, eu pergunto-me o que afecta o país e as suas gentes, quando parece que a mais pequena questão, tem um preço qualquer oculto, só conhecido porque quem não as formula?!?
O modus operandi tuga, aliado muitas vezes à falta de comunicação entre o tico e o teco! As coisas do nosso Portugal, o trabalho, o povo e a refilice tão nossa!
terça-feira, 3 de novembro de 2009
quarta-feira, 9 de setembro de 2009
A lota de pregões vazios!
Estou cansada de assistir a reuniões em que me sinto no meio de uma lota, como se as pessoas nos lugares ao meu lado estivessem numa banca a jogar pregões ao alto, não para publicitar o bom artigo que vendem, mas antes para deixar claro, não só como não devemos escolher aquele produto, mas antes um outro, que talvez nem esteja disponível numa das bancas presentes!
Que eu saiba, qualquer varina que se preze, tem como objectivo terminar o dia com a banca, bem limpa. É sinal que vendeu bem o seu peixe. Olhando para a analogia atrás, nesta situação seria como se no final do dia, a vencedora fosse a que tivesse todo o seu peixe ainda em plena exibição, rodeado de gelo e viçoso!
Não seria já tempo de não ter medo de vender o que temos na banca? Não é aliás para isso que nos dão a banca?! É assim tão preciso que todos se escudem atrás do balcão, a vender o que não é seu, só para que as eventuais queixas não sejm suas?
Que eu saiba, qualquer varina que se preze, tem como objectivo terminar o dia com a banca, bem limpa. É sinal que vendeu bem o seu peixe. Olhando para a analogia atrás, nesta situação seria como se no final do dia, a vencedora fosse a que tivesse todo o seu peixe ainda em plena exibição, rodeado de gelo e viçoso!
Não seria já tempo de não ter medo de vender o que temos na banca? Não é aliás para isso que nos dão a banca?! É assim tão preciso que todos se escudem atrás do balcão, a vender o que não é seu, só para que as eventuais queixas não sejm suas?
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
Fruta, mas só sem caroços!
Já estou quase como a Carolina Patrocínio, não percebo o espanto da entrevista da menina que não concebe o facto da fruta ter caroço, facto que de resto torna a mesma bastante desagradável! Talvez no mundo em que ela habita, existam a breve trecho cerejas transgénicas já sem caroço que possam poupar horas de vida à sua empregada! Afinal já existem uvas sem grainhas!...
E sejamos francos, se existe uma princesa da ervilha, porque não uma Carolina das Cerejas?!
E sejamos francos, se existe uma princesa da ervilha, porque não uma Carolina das Cerejas?!
terça-feira, 28 de julho de 2009
São tomates, senhor! tomates

Não daqueles vermelhos que tão bem sabem no Verão, em salada fresca para acalmar o calor! Mas sim, aqueles que representam o calão do tema! É desses que têm falta! Pois são esses mesmos que dão alento para bater o pé quando é preciso e saber levar a estocada de volta, quando a mesma é desferida! Estes e não os que imaginamos num qualquer quintal!
Curiosamente, é exactamente a falta dos ditos, que faz com que todos percam tempo agarrados aos que não têm, a defender quintas, cujo cultivo devia ser alheio!
Não seria melhor ter um pomar de todos, que a todos servisse?
quinta-feira, 23 de julho de 2009
Circo de gestão

Para quê insistir em jogar bolas coloridas ao ar, só para testar a resistência da gravidade?
sábado, 23 de maio de 2009
Cântico branco!
Pessoalmente sou mais uma pessoa do "Cântico Negro", embora reconheça que enquanto marcha individual tem o seu encanto, a sua nota de rebelião, ninguém espera que um bom líder tenha como máxima não sei por onde vou...
Mas dizer à boca cheia "sei para onde vou, para onde quero ir e como vou para lá", quando todos os que estão à volta, não deixam de ter de certa forma também humanos e por isso almas com dúvidas, não será de certa forma um endeusar de si próprio?
Mas dizer à boca cheia "sei para onde vou, para onde quero ir e como vou para lá", quando todos os que estão à volta, não deixam de ter de certa forma também humanos e por isso almas com dúvidas, não será de certa forma um endeusar de si próprio?
terça-feira, 12 de maio de 2009
marcar território empresarial
Biologicamente falando, os machos sentem necessidade de marcar território; de deixar o seu cheiro pelos sítios que considera seus de modo a que os machos vizinhos saibam quem manda. Todos nós já vimos os programas do national geographic e sabemos o principio.
Ultimamente tenho constatado que este comportamento não reside apenas nos animais ditos irracionais. Observando o habitat empresarial, tenho que constatar que os gestores e respectivos aspirantes, também gostam de participar num conjunto de mijo, contando e apregoando o número de mijadelas realizadas como se isso por si só mostrasse a sua qualidade! Anda a malta a pensar que o segredo está no MBA, e afinal basta mostrar que se mija mais e melhor!
Ultimamente tenho constatado que este comportamento não reside apenas nos animais ditos irracionais. Observando o habitat empresarial, tenho que constatar que os gestores e respectivos aspirantes, também gostam de participar num conjunto de mijo, contando e apregoando o número de mijadelas realizadas como se isso por si só mostrasse a sua qualidade! Anda a malta a pensar que o segredo está no MBA, e afinal basta mostrar que se mija mais e melhor!
quarta-feira, 6 de maio de 2009
Gestão pelo bonequinho michelin...

Será que queremos uma gestão bamboleante? Dá assim tanta confiança?!
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